Motor de anúncios
Anúncios de busca, Google Hotel Ads, display e vídeo que aparecem no momento exato em que o viajante planeja.
Estratégia, publicidade e tecnologia para hotéis, resorts, operadores de passeios e restaurantes em Brasil. Convertemos a busca em reservas e reduzimos a sua dependência das OTAs — com resultados que você vê no dashboard, não apenas na reunião.
O marketing turístico digital leva viajantes com intenção real até o seu hotel, resort ou experiência em Brasil — e os converte em reservas que entram pelo canal próprio, não apenas pela OTA. É assim que operamos na Orbis:
Google Hotel Ads, Meta e SEO que encontram você exatamente quando o hóspede está planejando e comparando tarifas.
Motor de reservas e WhatsApp que fecham a venda direta e reduzem a comissão que você paga a intermediários.
Quantas reservas, a que custo e de qual canal. Cada real investido, rastreável até a noite vendida.
Por trás de cada campanha há software conectado de ponta a ponta — do anúncio ao motor de reservas ao dashboard. É assim que se vê o motor que ligamos para a sua propriedade.
Anúncios de busca, Google Hotel Ads, display e vídeo que aparecem no momento exato em que o viajante planeja.
Cada etapa medida e otimizada. Sabemos exatamente onde o viajante desiste — e corrigimos.
Resposta imediata e confirmação automática. O hóspede reserva direto sem que a sua recepção mova um dedo.
Booking e Expedia enchem quartos, mas ficam com 15-25% de cada reserva. Sem canal direto, você aluga a sua própria base de hóspedes a cada vez.
A alta temporada enche sozinha; as baixas custam. Sem demanda própria para as datas fracas, você baixa a tarifa e sacrifica margem.
"De onde saiu esta reserva?" Sem atribuição clara, você decide às cegas e repete o que não enche.
Uma avaliação fria no TripAdvisor ou no Google pesa mais que dez bonitas. Sem gestão ativa, as opiniões decidem por você.
Todos disputam os mesmos destinos. Sem diferenciação, você paga mais caro por cada clique e por cada noite.
Consultas sem filtro nem horário saturam a sua equipe e o hóspede reserva com o vizinho antes que você responda.
O seu departamento de marketing e revenue, terceirizado. Projetamos campanhas, motor de reservas, CRM e reputação operando como uma só célula — alinhados a uma única métrica: noites vendidas por canal próprio.
Apareça exatamente quando buscam "hotel em [seu destino]". Campanhas certificadas otimizadas por custo por reserva, não por cliques vaidosos.
Instagram e Facebook para inspirar e recuperar: anúncios de experiência e remarketing para quem já viu tarifas e não reservou.
Site rápido com disponibilidade em tempo real, melhor tarifa direta e processo de reserva sem fricção — pensado para converter a visita em noite vendida.
Integramos Kommo/WhatsApp para que nenhuma consulta esfrie: resposta imediata, lembretes e nutrição de hóspedes que retornam.
Posicionamento orgânico, perfil do Google Business e presença no Google Hotels, TripAdvisor e Trivago onde o seu hóspede já compara.
Foto, vídeo e gestão de avaliações que comunicam a experiência real e constroem a confiança que fecha a reserva.
Mais reservas diretas, melhor ocupação nas baixas e menos comissão de OTA.
Vagas preenchidas por temporada com campanhas e reserva online sem fricção.
Mesas reservadas e reputação cuidada para encher também durante a semana.
O que quase nenhuma agência tem: uma metodologia comprovada que torna o seu crescimento previsível. Nós a chamamos de Business Assurance.
Analisamos a sua propriedade, destino, temporadas e mix de canais. Definimos metas de ocupação, custo por reserva alvo e proposta de experiência.
Motor de reservas, campanhas, CRM e WhatsApp conectados de ponta a ponta. Tudo etiquetado para medir cada real desde o primeiro dia.
Ligamos a mídia e respondemos consultas na hora. As reservas diretas crescem; as baixas se enchem com demanda própria.
Revisão semanal de dados, dashboard 24/7 e melhoria contínua. Escalamos o que enche, cortamos o que não.
Desde 2009 ajudamos empresas em Brasil, Estados Unidos, Espanha e América Latina a converter investimento em marketing em crescimento real e sustentado. O setor turístico e hoteleiro é um dos que mais premiam a disciplina de processo — e é aí que jogamos.
Uma agência de marketing turístico e hoteleiro em Brasil faz algo muito concreto: enche a sua propriedade de reservas que entram pelo seu próprio canal, não apenas pelas OTAs. Em outras palavras, transforma a intenção de viagem —aquele momento em que alguém busca "hotel all inclusive", "chalés na serra" ou "resort de frente para o mar"— em noites vendidas que você controla e pelas quais não paga comissão. Na Orbis resumimos assim: resultados que aparecem no dashboard, não apenas na reunião. Não vendemos "presença"; vendemos ocupação.
O viajante de hoje planeja quase tudo pelo celular. Pesquisa o destino, compara tarifas no Booking, Expedia e Google Hotels, lê avaliações no TripAdvisor, vê fotos e vídeos no Instagram, e muitas vezes acaba escrevendo pelo WhatsApp para confirmar disponibilidade ou tirar uma dúvida antes de pagar. Uma agência turística séria trabalha toda essa rota, não apenas um pedacinho. Se só colocam anúncios mas o motor de reservas falha, ou se têm um site bonito mas ninguém o encontra quando buscam o seu tipo de propriedade em Brasil, o resultado é o mesmo: quartos vazios nas baixas de temporada.
É importante entender a diferença entre uma agência de marketing generalista e uma especializada em turismo e hotelaria. A generalista sabe colocar anúncios, mas não entende conceitos como RevPAR, ADR, paridade de tarifas, channel manager ou o peso real das OTAs no seu resultado financeiro. A especializada fala a sua língua: sabe que encher a alta temporada não é o desafio —isso enche sozinho—, que a verdadeira arte está em encher as baixas, os dias de semana e a baixa temporada sem destruir a sua diária média. Sabe que uma reserva por OTA que lhe custa 20% de comissão não é o mesmo que uma direta, ainda que na superfície ambas "encham um quarto". Essa diferença de critério é o que separa uma propriedade rentável de uma que trabalha para o Booking.
O turismo em Brasil tem regras próprias. Existe uma sazonalidade muito marcada: há temporadas que enchem sozinhas e baixas que custam, e uma boa agência gera demanda própria justamente para essas datas fracas em vez de baixar a tarifa e sacrificar margem. O viajante também é sensível ao preço, mas muito receptivo à confiança: compara, lê avaliações e desconfia da "conversa fiada", então a sua melhor tarifa direta, as suas opiniões reais e um atendimento próximo convertem mais que qualquer promessa vazia. E os hábitos de pagamento locais —transferência, parcelamento sem juros, depósito de garantia— devem estar contemplados no processo de reserva para não perder o hóspede no último clique.
Há, além disso, uma camada de concorrência e diferenciação que quase ninguém lhe explica. Em qualquer destino de Brasil há dezenas de propriedades disputando as mesmas palavras e os mesmos viajantes, o que encarece cada clique e cada noite. Sem uma proposta de valor clara —o que torna a sua experiência única, com quem você fala, o que promete e cumpre— você acaba competindo apenas por preço, que é a pior guerra possível para a margem de um hoteleiro. Por isso parte do trabalho da agência não é só "mais anúncios", mas afinar o posicionamento: que a sua propriedade seja a resposta óbvia para um tipo de hóspede concreto (famílias, casais, viajante de negócios, turismo de aventura, casamentos e eventos) em vez de ser "mais uma opção" em uma lista interminável de tarifas.
Outro ponto que define uma agência turística séria é como ela trata a reputação. Neste setor as avaliações não são um adorno: são moeda de conversão. Uma nota que cai de 4.5 para 4.2 pode custar milhares de reais em reservas perdidas, porque o viajante filtra e descarta antes mesmo de ver a sua tarifa. Gerir ativamente as opiniões —pedi-las no momento certo, responder com critério às negativas, cuidar da experiência que as origina— é tão parte do marketing quanto a mídia. O mesmo se aplica ao conteúdo visual: foto e vídeo que comunicam a experiência real (a piscina, o amanhecer, o prato, o quarto) são o que fecha a decisão emocional de viajar, e um material pobre ou desatualizado mata a conversão por mais que você invista em captação.
Na Orbis temos mais de 18 anos fazendo isso, com +500 clientes, 4.9★ em avaliações, presença em 32 países e a certificação de Google Partner. Operamos hotéis, resorts, operadores de passeios e restaurantes de experiência em Brasil com um mesmo motor —captação, reserva, acompanhamento e relatórios— calibrado ao seu volume e à sua temporada. Fazemos isso com uma abordagem que chamamos de Business Assurance: processos documentados e auditáveis, engenharia de receita (cada ação deve empurrar uma reserva, não uma métrica de vaidade) e conformidade por design no tratamento dos dados dos seus hóspedes. Se você quer ver como isso se aplicaria à sua propriedade em concreto, conte-nos o seu caso e dizemos, sem rodeios, por onde convém começar para encher mais noites.
É provavelmente a pergunta que os hoteleiros de Brasil mais nos fazem, e a resposta honesta é que as OTAs como Booking e Expedia não são o inimigo: são uma vitrine gigante que lhe traz hóspedes que não conheciam você. O problema é a dependência. Quando 80% ou 90% da sua ocupação entra por OTA, você está dando de presente entre 15% e 25% de cada reserva em comissão e, pior ainda: está alugando a sua própria base de hóspedes vez após vez, porque o cliente que chegou pelo Booking "é do Booking", não seu. O objetivo não é desligar as OTAs, é recuperar o equilíbrio e fazer crescer o canal direto, que é o mais rentável.
Aumentar reservas diretas em Brasil se consegue com um sistema de várias peças trabalhando juntas, não com um único truque:
Aqui há um detalhe que um bom estrategista não ignora. Existe o que na indústria se conhece como "efeito outdoor" ou billboard effect: muitos viajantes descobrem o seu hotel no Booking ou Expedia, mas depois vão procurar você diretamente no Google para reservar no seu site. Ou seja, as OTAs também lhe trazem tráfego direto de forma indireta. Por isso a estratégia inteligente não é "sair das OTAs", mas usá-las como vitrine de descoberta enquanto você blinda a sua marca para capturar o viajante que já conhece você. Isso se faz com campanhas de marca (que o seu próprio nome, quando o buscarem, leve ao seu site e não a uma OTA que dê lance por ele), com um perfil do Google Business impecável e com um site que carregue rápido e transmita confiança. Quem desliga as OTAs de uma vez costuma perder volume; quem as equilibra com um canal direto forte ganha margem sem perder ocupação.
Cada reserva direta deixa para você algo que a OTA nunca dará: os dados do hóspede. Com o e-mail e o WhatsApp dele você pode convidá-lo a voltar, oferecer a baixa temporada a bom preço, ativar promoções de aniversário e construir fidelidade. Esse ativo —a sua própria base— é o que com o tempo reduz o seu custo de aquisição e o torna menos dependente de pagar comissão por cada noite. É a diferença entre alugar clientes a cada temporada e ter clientes. Um programa de e-mail e WhatsApp marketing bem feito sobre essa base pode gerar, por si só, uma parcela crescente da sua ocupação a um custo marginal próximo de zero, algo impensável quando você depende de pagar comissão ou mídia por cada reserva nova.
Há um fator emocional que decide muitas reservas diretas e que a mídia sozinha não resolve: a confiança. Quando um viajante está prestes a pagar antecipadamente uma estadia em Brasil, precisa sentir que o seu site é seguro, que as fotos são reais, que as avaliações respaldam a experiência e que, se algo der errado, haverá alguém do outro lado. Por isso reforçamos o canal direto com prova social (avaliações verificadas, selos de pagamento seguro, políticas de cancelamento claras), com conteúdo visual que mostra a experiência real e com uma resposta humana pelo WhatsApp que resolve a última dúvida. Um hóspede que confia reserva direto; um que duvida vai para a OTA porque "se sente mais respaldado". Construir essa confiança é, na prática, reduzir comissão.
Sejamos realistas com os números: passar de um canal direto de 10% para um de 30-40% não acontece da noite para o dia, mas cada ponto que você recupera se traduz diretamente em margem que fica na sua propriedade. Na Orbis medimos isso com um dashboard ao vivo onde você vê quantas reservas entraram diretas, quantas por OTA, a que custo e com que diária média, para escalar o que enche e cortar o que não. Com mais de 18 anos e +500 clientes respaldando o método, somos Google Partner e trabalhamos cada real com rastreabilidade. Se você quer ver quanta comissão poderia recuperar no seu caso, conte-nos sobre a sua propriedade em Brasil e montamos um plano com metas claras.
A resposta honesta é: depende, e qualquer agência que lhe der um preço fechado antes de conhecer a sua propriedade está lhe vendendo conversa fiada. O custo do marketing para um hotel, resort, operador de passeios ou restaurante em Brasil varia conforme o destino, o tamanho e categoria da propriedade, a sua meta de ocupação e o quão competitivo é o seu mercado. Mas podemos sim lhe dar o panorama real para que tome uma decisão informada e não acabe pagando mais por menos.
O seu investimento quase sempre se divide em duas partes distintas, e confundi-las é o erro mais comum:
Quando alguém lhe diz "cuido do marketing do hotel por X ao mês", pergunte sempre o que inclui e o que não inclui. Uma agência séria detalha fee e mídia separadamente, porque misturá-los esconde a rentabilidade real de cada real. Na Orbis trabalhamos ao contrário: com Business Assurance, cada campanha tem processos documentados e auditáveis, de modo que você sabe exatamente para onde vai o seu dinheiro e o que ele devolve em noites vendidas.
Por isso você verá faixas amplas: desde freelancers que cobram alguns milhares de reais para cuidar de uma rede social, até sistemas completos com investimentos mensais consideráveis em honorários e mídia. O barato costuma sair caro: uma campanha mal configurada queima orçamento sem gerar reservas, e no final você paga duas vezes.
O erro mental mais comum do hoteleiro é ver o marketing como um gasto fixo ("quanto me cobram por mês?") em vez de como um investimento com retorno ("quanto me custa cada reserva e quanto ela me deixa?"). Mudar essa chave muda tudo. Se uma noite direta lhe deixa $2,000 de margem depois dos custos operacionais, e conseguir essa reserva por campanha lhe custa $300 de mídia mais a parte proporcional do fee, a conta é óbvia: cada real investido volta multiplicado. Em contrapartida, essa mesma noite vendida por OTA teria lhe custado 20% de comissão —facilmente $500 ou mais— sem lhe deixar os dados do hóspede. Quando você raciocina em custo por reserva e margem por canal, deixa de perguntar "é caro?" e começa a perguntar "quanto mais posso investir enquanto continuar rentável?". Essa é a mentalidade que faz a ocupação crescer de forma sustentada.
Também convém orçar pensando no calendário, não em valores iguais todos os meses. No turismo não faz sentido investir o mesmo em um mês de alta temporada (que enche quase sozinho) e em um de baixa (onde cada reserva extra exige mais esforço e vale mais). Um bom planejamento de investimento concentra o orçamento onde ele move o ponteiro: antecipa a mídia das temporadas fortes com semanas de antecedência, sustenta uma base constante para captar o viajante que planeja com tempo e reforça especificamente as datas fracas com ofertas e campanhas de demanda própria. Distribuir o orçamento às cegas, parelho o ano todo, é uma das formas mais comuns de desperdiçar dinheiro neste setor.
O preço certo não é o mais baixo, é o que lhe dá retorno mensurável. Em vez de se obcecar com o fee, pergunte-se quanto cada real lhe devolve. Uma agência que vale a pena lhe mostra o custo por reserva, o percentual de reservas diretas, o RevPAR, a diária média e o retorno do investimento publicitário. Na Orbis partimos da sua diária média e de um custo por reserva alvo para montar um plano rentável, e entregamos uma proposta clara com fee e mídia detalhados antes de investir um único real. Com mais de 18 anos, +500 clientes, 4.9★ e a certificação de Google Partner, dizemos com transparência qual investimento você precisa e o que pode esperar em troca. Agende uma consultoria para uma estimativa sob medida.
Sim. O setor turístico não é um só: sob o mesmo guarda-chuva convivem hotéis urbanos, resorts all inclusive, hotéis boutique, chalés e glamping, operadores de passeios e experiências, e restaurantes que vivem da experiência. Na Orbis adaptamos o mesmo motor —captação, conversão, acompanhamento e relatórios— ao tipo de negócio e à realidade de cada um em Brasil. O que muda não é o método, mas a calibração: as palavras que o seu hóspede busca, os canais que pesam, a sazonalidade e a métrica que realmente importa para o seu modelo.
Para uma propriedade de hospedagem a meta é clara: mais reservas diretas, melhor ocupação nas baixas e menos comissão de OTA. Aqui o Google Hotel Ads e os metabuscadores são protagonistas, porque interceptam o viajante exatamente quando ele compara tarifas. O motor de reservas com disponibilidade em tempo real, as tarifas por categoria de quarto e os incentivos diretos (upgrade, crianças grátis, late check-out) são os que inclinam a balança. Medimos ocupação, RevPAR, diária média e custo por reserva. Para um resort all inclusive com várias categorias de quarto, o desafio costuma ser encher durante a semana e na baixa temporada; para isso geramos demanda própria com campanhas e remarketing em vez de castigar a tarifa.
Aqui o negócio se move por vagas e datas, não por noites. A inspiração pesa muitíssimo: Instagram, Facebook e vídeo mostram a experiência —o avistamento, o roteiro, a degustação, a aventura— e despertam o desejo de reservar. A reserva online sem fricção e o fechamento pelo WhatsApp são chave, porque o viajante muitas vezes pergunta disponibilidade para um grupo ou uma data específica antes de pagar. Trabalhamos para que as vagas se encham por temporada com campanhas atreladas a datas-chave e uma operação de resposta imediata que não deixe esfriar nenhuma consulta.
Um restaurante de experiência em Brasil compete por mesas reservadas e reputação. O desafio típico é encher também durante a semana, não apenas no fim de semana. Aqui pesam o SEO local e o perfil do Google Business (para aparecer em "onde jantar perto de mim"), a gestão ativa de avaliações, o conteúdo visual que abre o apetite e as campanhas locais por ocasião —jantar romântico, grupos, eventos, brunch—. A métrica é reservas de mesa e ticket médio, e a reputação cuidada é, muitas vezes, o fator que decide a escolha.
Há um mundo de hospedagem que não se encaixa no molde do grande resort e que em Brasil cresce com força: hotéis boutique, chalés, glamping, ecolodges e propriedades de turismo de natureza. Para esses negócios a fotografia e o storytelling são quase tudo: o hóspede não compra um quarto, compra uma experiência e um estado de espírito (desconexão, aventura, romance, bem-estar). Aqui Instagram, Pinterest e o conteúdo de marca pesam tanto quanto a mídia de busca, e o SEO de cauda longa —"chalés com hidromassagem na serra", "glamping pet friendly perto da cidade"— captura intenção muito específica com pouca concorrência. O desafio costuma ser a baixa frequência de inventário (poucas unidades, alta demanda em datas concretas), então o sistema se calibra para não queimar orçamento quando você já está cheio e para ativá-lo com força nas datas que custam a encher.
Um segmento de alto valor que muitas propriedades de Brasil desperdiçam é o de casamentos, eventos corporativos e grupos. Aqui o ticket é enorme (um casamento pode valer dezenas de noites mais banquete e serviços), mas o ciclo de decisão é longo e muito relacional: há visitas, orçamentos, negociação e um acompanhamento que pode durar meses. O motor muda de forma: campanhas segmentadas a planejadores de eventos e noivas, landing pages dedicadas com galeria e pacotes, e sobretudo um CRM disciplinado que nutra o prospect durante todo o processo sem deixá-lo esfriar. A métrica deixa de ser "reservas" para se tornar "eventos fechados e valor por evento", e o acompanhamento humano —via WhatsApp e e-mail— se torna o coração do sistema.
A vantagem de trabalhar com uma agência que entende todo o setor turístico é que o aprendizado se cruza: o que funciona para encher baixas em um hotel serve para ativar o "durante a semana" de um restaurante, e a disciplina de acompanhamento pelo WhatsApp se aplica igual a um resort e a um operador de passeios. Não reinventamos o método para cada cliente; nós o afinamos. Na Orbis temos mais de 18 anos operando este motor para +500 clientes, com 4.9★ em avaliações, presença em 32 países e a certificação de Google Partner. Seja qual for o seu tipo de propriedade ou experiência em Brasil, conte-nos o seu caso e dizemos como ficaria o sistema afinado ao seu negócio.
Com um dashboard ao vivo e atribuição de ponta a ponta. Essa é a resposta curta, e é justamente onde uma agência séria se separa de uma de conversa fiada. No setor turístico de Brasil há agências demais que entregam um PDF mensal com "impressões" e "alcance" que não dizem nada a um hoteleiro. O que você precisa saber é muito concreto: quantas reservas entraram, a que custo, quantas foram diretas e de qual canal veio cada uma. Se uma agência não consegue lhe mostrar isso, o marketing vira uma aposta; com essa visibilidade, é um investimento que se otimiza semana a semana. Na Orbis dizemos sem rodeios: resultados que aparecem no dashboard, não apenas na reunião.
As métricas que importam no turismo e na hotelaria não são as "curtidas". São as que movem o negócio:
O desafio no turismo é que a jornada de compra é longa e multicanal. Alguém vê o seu anúncio no Instagram, busca você no Google dias depois, compara em metabuscadores, escreve pelo WhatsApp e reserva uma semana mais tarde. Se a sua medição conta apenas "o último clique", você dá o crédito ao canal errado e acaba cortando justamente o que estava trazendo hóspedes. Por isso etiquetamos tudo desde o primeiro dia —cada campanha, cada formulário, cada conversa de WhatsApp conectada ao CRM— para reconstruir a rota completa e atribuir com bom senso. Assim sabemos o que de fato enche quartos e o que apenas gasta orçamento.
Há, além disso, um desafio técnico específico do setor: uma parte importante das reservas não se fecha no site, mas por telefone ou pelo WhatsApp. Se a sua medição ignora esses fechamentos "offline", você subestima brutalmente o retorno das suas campanhas e toma decisões ruins. Por isso conectamos o CRM ao sistema de medição: quando um hóspede escreve pelo WhatsApp depois de ver um anúncio e acaba reservando, essa reserva é atribuída à campanha que a originou, ainda que o pagamento não tenha passado pelo carrinho. Essa visibilidade completa —online e offline, direta e assistida— é a diferença entre reportar "o que o pixel vê" e reportar o que de fato aconteceu na sua ocupação.
Boa parte da confusão neste setor vem de confundir atividade com resultado. Que uma publicação tenha milhares de "curtidas", que um anúncio acumule centenas de milhares de impressões ou que o seu Instagram cresça em seguidores não significa, por si só, que você esteja enchendo quartos. Essas são métricas de vaidade: ficam bonitas em uma apresentação, mas não pagam a folha de pagamento. As métricas que realmente importam estão todas amarradas ao negócio —reservas, custo por reserva, reservas diretas, RevPAR, diária média, ocupação nas baixas, valor de vida do hóspede que retorna—. Uma agência honesta o educa para olhar essas, não para ofuscá-lo com números grandes que não se traduzem em noites vendidas. Se o seu relatório mensal está cheio de alcance e impressões mas não lhe diz quanto custou cada reserva, estão lhe distraindo.
O dashboard está disponível 24/7: você não espera o fim do mês para saber como vai a sua ocupação ou o seu custo por reserva, vê quando quiser. Além disso, fazemos uma revisão semanal de dados onde escalamos o que enche e cortamos o que não, e uma leitura mais estratégica a cada mês para ajustar tarifas, mensagens e mix de canais conforme a temporada que vem. Essa cadência é o que mantém o sistema afinado em um setor tão sazonal quanto o de Brasil.
Por trás dessa transparência está a nossa abordagem de Business Assurance: processos documentados e auditáveis, engenharia de receita e conformidade por design, respeitando as normas vigentes e a proteção dos dados dos seus hóspedes. Além disso, as suas contas de Google Ads, Meta e Analytics são suas: se em algum momento você quiser revisá-las por conta própria, elas estão lá. Com mais de 18 anos, +500 clientes, 4.9★ e a certificação de Google Partner, na Orbis não pedimos que você confie às cegas: mostramos os números. Se você quer ver como ficaria o seu painel de reservas, conte-nos sobre a sua propriedade em Brasil e mostramos em concreto.
Conte-nos sobre a sua propriedade. Devolvemos um plano de reservas claro, com metas e números — sem conversa fiada.
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