Agência de Paid Media (publicidade paga) em Portugal

Apareça primeiro quando o seu cliente está procurando por você.

Campanhas de Google Ads e Microsoft Ads sob medida em Portugal, focadas em aumentar seus leads e vendas: Search, Display, Shopping e YouTube, gerenciadas por executivos certificados e de alto nível — otimizadas para ROI, não para gasto.

  • Google Partner
  • Otimizado para ROI
  • Mais de 500 clientes
#1Na busca
LeadsQualificados
Por que com a Orbis

A diferença está em quem gerencia a sua conta.

01

Executivos certificados

Sua conta é gerenciada por gente experiente e de alto nível — não por um júnior aprendendo com o seu orçamento.

02

Otimizado para ROI

Lances, palavras e públicos ajustados ao custo por lead e ao retorno, não a cliques de vaidade.

03

Medição bem feita

Conversões corretamente instaladas: você sabe exatamente qual campanha gera cada venda.

04

Transparência total

A conta e o investimento são seus; nossa taxa é pela gestão. Sem letras miúdas.

Perguntas frequentes

Tudo sobre Paid Media em Portugal

O que é o Paid Media (publicidade paga) e como funciona em Portugal?

O Paid Media —ou publicidade paga— é o conjunto de canais nos quais você paga para aparecer diante do seu cliente potencial no momento exato em que ele está pesquisando, navegando ou consumindo conteúdo: Google Search, Google Shopping, Google Display, YouTube e Microsoft Ads (Bing), entre outros. Diferentemente do posicionamento orgânico (SEO), que leva meses para amadurecer, o Paid Media liga tráfego e conversões de forma quase imediata, com a vantagem de que você controla quanto investe, com quem fala e o que quer que essa pessoa faça. Em Portugal, onde uma enorme parte das decisões de compra começa com uma busca no Google ou com um vídeo no YouTube, a publicidade paga é a via mais rápida para colocar o seu negócio bem na frente da demanda que já existe.

A mecânica de fundo é um leilão em tempo real. Cada vez que alguém digita uma busca como "seu serviço perto de mim", o Google decide em milésimos de segundo quais anúncios mostrar e em que ordem. Essa decisão não depende só de quem paga mais: depende do Ad Rank, que combina o seu lance com o Índice de Qualidade (quão relevante é o seu anúncio, sua palavra-chave e sua página de destino) e o formato do anúncio. Por isso uma conta bem estruturada pode pagar menos por clique do que um concorrente e ainda assim aparecer em cima. Esse é exatamente o terreno em que uma agência com experiência faz a diferença: não se trata de aumentar o orçamento, mas de melhorar a relevância para que cada real renda mais.

Convém também esclarecer o que o Paid Media não é, porque é aí que se perde muito dinheiro em Portugal. Não é "colocar um anúncio e esperar": é um sistema que exige estrutura de campanhas, palavras-chave bem escolhidas, palavras-chave negativas para não pagar por buscas irrelevantes, públicos, lances inteligentes e, sobretudo, uma medição de conversões corretamente instalada. Também não é o mesmo que SEO: na publicidade paga você deixa de aparecer no momento em que desliga o investimento, enquanto o posicionamento orgânico constrói um ativo que permanece. Por isso o ideal não é escolher entre um e outro, mas combiná-los: o Paid Media te dá velocidade e controle imediato, e o SEO te dá um custo de aquisição mais baixo no longo prazo. Entender essa diferença desde o início evita a frustração de quem esperava "resultados grátis para sempre" de um canal que, por natureza, funciona enquanto você investe.

Os tipos de campanha que compõem o Paid Media

Quando falamos de publicidade paga em Portugal, não falamos de um único canal, mas de um ecossistema que se combina conforme o seu objetivo:

  • Search (busca): anúncios de texto que aparecem quando alguém procura ativamente o que você vende. É demanda quente: a pessoa já tem a intenção. É o canal de maior retorno para serviços e geração de leads.
  • Shopping: seus produtos com foto, preço e nome diretamente nos resultados. Indispensável para e-commerce, porque o usuário compara e clica com a decisão quase tomada.
  • Display: banners gráficos em milhões de sites, apps e Gmail. Serve para construir reconhecimento de marca e, sobretudo, para remarketing: voltar a impactar quem já te visitou e não comprou.
  • YouTube: vídeo que gera demanda e constrói marca na segunda maior plataforma de busca do mundo, com segmentação por interesses, dados demográficos e intenção.
  • Microsoft Ads (Bing): menos concorrência e, com frequência, CPCs mais baixos. Um canal subestimado que amplia o seu alcance para um público diferente.

O importante é entender que esses canais não competem entre si: eles se complementam. Uma estratégia madura usa Search para capturar a demanda existente, Shopping para vender produto, Display e YouTube para criar demanda nova e manter você presente, e remarketing para fechar com quem já demonstrou interesse. Em Portugal, isso ganha um traço adicional: o fechamento de muitas vendas acontece por WhatsApp ou ligação, então as campanhas são desenhadas para levar à conversa, não só ao formulário.

Como a Orbis trabalha isso

Na Orbis temos mais de 18 anos gerenciando campanhas de publicidade paga para mais de 500 clientes, com uma avaliação de 4.9★ em resenhas e a condição de Google Partner. Não otimizamos para cliques de vaidade nem para impressões: otimizamos para custo por lead, custo de aquisição e ROI. A conta do Google Ads é sempre sua, com acessos auditados, e nossa taxa corresponde à gestão, não à verba de mídia. Se você quer entender qual mix de canais faz sentido para o seu negócio em Portugal, conte-nos o seu caso e te diremos sem enrolação, com números na mesa. Antes de propor qualquer campanha fazemos um diagnóstico da sua situação atual —seu site, sua medição, sua concorrência e seu objetivo de negócio— porque a publicidade paga rende quando é construída sobre alicerces sólidos, não quando é ligada às cegas. Essa diferença entre "ligar anúncios" e construir um sistema de aquisição mensurável é, no fim, o que separa um gasto incerto de um investimento que você pode otimizar, escalar e defender mês a mês.

Quanto devo investir em Google Ads e Paid Media em Portugal?

A resposta honesta é: depende, e qualquer um que te der um número mágico antes de conhecer o seu negócio está te vendendo enrolação. Dito isso, sim, existe um marco claro para decidir quanto investir em publicidade paga em Portugal sem jogar dinheiro fora. A primeira coisa é entender que o seu investimento se divide sempre em duas verbas distintas que você nunca deve confundir: a verba de mídia (o orçamento de mídia que vai direto para o Google, a Microsoft ou a plataforma que você usar) e a taxa de gestão (o que você paga à agência pela estratégia, a operação e a otimização). Misturá-las esconde a rentabilidade real de cada real. Na Orbis as detalhamos sempre separadamente, porque a transparência é parte de como trabalhamos.

Como se calcula um orçamento que realmente rende

Em vez de partir de "quanto eu quero gastar", convém partir do negócio para trás. A lógica é esta:

  • Defina o valor de um cliente. Quanto vale em média uma venda e, melhor ainda, quanto vale um cliente ao longo do tempo. Isso determina quanto você pode pagar para adquiri-lo.
  • Estime o custo por lead do seu setor. Um serviço profissional não é a mesma coisa que um produto de ticket baixo. Setores muito concorridos em Portugal —imobiliário, saúde, automotivo, educação— têm leilões mais caros.
  • Calcule a sua taxa de fechamento. Se de cada 10 leads você fecha 2, precisa de orçamento suficiente para gerar o volume de leads que sustenta a sua meta de vendas.
  • Reserve para o aprendizado. Nas primeiras 2 a 4 semanas o algoritmo aprende; esse período é investimento, não gasto perdido.

Um erro clássico das PMEs de Portugal é dividir um orçamento pequeno demais entre canais demais. É preferível concentrar: dominar o Search primeiro, validar que ele gera leads rentáveis, e depois escalar para Shopping, Display ou YouTube. Uma conta com orçamento diluído nunca sai do modo aprendizagem e nunca dá dados confiáveis.

Convém também ter em mente um limiar mínimo realista. Um orçamento baixo demais não gera cliques suficientes para produzir conversões, e sem conversões o algoritmo do Google nunca aprende a quem mostrar seus anúncios; o resultado é uma conta presa em aprendizado permanente, com custos por lead inflados e dados que não servem para decidir. Por isso preferimos começar com um investimento que permita gerar volume suficiente em um único canal bem escolhido, coletar dados limpos e, a partir daí, escalar com segurança. É mais rentável investir bem em uma frente do que investir pouquinho em cinco ao mesmo tempo. E há outro fator que quase ninguém considera: o orçamento de mídia não serve de nada se a página de destino e o acompanhamento comercial não estiverem prontos. Mandar tráfego pago para uma landing lenta, confusa ou sem um caminho claro até o WhatsApp é como encher de água um balde furado. Parte de planejar bem o investimento é garantir que cada real que entra pelo anúncio tenha onde aterrissar e quem o atenda do outro lado.

A sazonalidade de Portugal mexe com o orçamento

Em Portugal o calendário manda. Durante o Hot Sale em meados do ano e a Black Friday em novembro, os leilões ficam mais caros porque todos os anunciantes brigam pelo mesmo inventário. O mesmo acontece no Dia das Mães, na volta às aulas e na temporada de Natal. Uma gestão séria planeja orçamentos diferenciados para esses picos —aumentando a verba quando a demanda justifica e protegendo-a quando não— em vez de manter um número fixo o ano todo. Chegar a essas datas sem preparação prévia de verba, criativos e página de destino é deixar dinheiro na mesa.

O número que de fato importa

O orçamento correto não é o mais alto nem o mais baixo: é o que produz retorno mensurável. Em vez de se obcecar com quanto você investe, meça quanto cada real te devolve: custo por lead, custo de aquisição, ROAS e vendas atribuíveis. Se uma campanha gera lucro, o objetivo deixa de ser "gastar menos" e passa a ser "escalar enquanto continuar rentável". Essa é a mentalidade com que otimizamos: para ROI, não para gasto.

Na Orbis, com mais de 18 anos de experiência, mais de 500 clientes, 4.9★ em resenhas e como Google Partner, propomos a você um ponto de partida realista para o seu setor e o seu mercado em Portugal, com taxa e verba de mídia detalhadas e metas claras, e o escalamos conforme o retorno justifica. Se você quer uma proposta aterrissada ao seu caso, conte-nos o seu objetivo e te diremos com transparência qual investimento faz sentido. E um último conselho honesto: desconfie de quem te pedir para investir muito desde o primeiro mês "para ver resultados rápido". O prudente é começar com um orçamento que permita gerar dados limpos, validar que o canal converte de forma rentável e, só então, aumentar o investimento com a confiança de que cada real adicional trará mais clientes. Escalar sobre dados comprovados é muito mais seguro do que apostar pesado sem evidência, e é exatamente assim que protegemos o dinheiro dos nossos clientes em Portugal.

Em quanto tempo se veem resultados com a publicidade paga em Portugal?

Uma das grandes vantagens do Paid Media frente ao SEO é a velocidade: enquanto o posicionamento orgânico leva meses para amadurecer, uma campanha de Google Search bem montada pode começar a gerar cliques e leads desde os primeiros dias. Dito isso, é preciso separar duas coisas que muitas vezes se confundem: ver atividade (cliques, impressões, primeiras mensagens) é quase imediato; alcançar o desempenho ótimo (o custo por lead mais baixo e estável) leva algumas semanas de otimização. Prometer resultados perfeitos desde o dia um seria desonesto; o correto é entender a curva real.

A curva real de resultados, etapa por etapa

  • Dias 1 a 7 — Acionamento e primeiros dados. Assim que as campanhas são aprovadas, começam a aparecer para o seu público. Chegam os primeiros cliques e, no Search, costumam chegar os primeiros leads. Aqui ainda não se deve tirar conclusões: a conta está coletando informações.
  • Semanas 2 a 4 — Aprendizado e ajuste. O algoritmo do Google precisa de conversões para aprender a quem mostrar seus anúncios. Nesse período afinamos palavras-chave, negativas, lances, públicos, horários e criativos. O custo por lead começa a cair de forma visível.
  • Mês 2 — Estabilização. Com dados suficientes, as campanhas alcançam um desempenho mais previsível. Já sabemos o que funciona e começamos a escalar o que rende e a cortar o que não.
  • Mês 3 em diante — Escalonamento e melhoria contínua. Aqui o trabalho é espremer o retorno: ampliar para novos canais, somar remarketing, melhorar as páginas de destino e subir o orçamento onde o ROI justifica.

O que acelera (e o que freia) os resultados

O tempo até os resultados não é igual para todos. Vários fatores o aceleram ou o atrasam, e convém ser realista no contexto de Portugal:

  • O canal. O Search dá resultados mais rápido porque captura demanda existente. Display e YouTube constroem demanda e demoram mais para se traduzir em vendas diretas.
  • A medição. Sem conversões bem instaladas, o algoritmo aprende às cegas. Uma tag de conversão mal colocada é a causa mais comum de campanhas que "não funcionam".
  • A página de destino. Você pode ter o melhor anúncio, mas se a landing for lenta ou confusa, o lead se perde. A velocidade dos resultados depende tanto do anúncio quanto do que acontece depois do clique.
  • O acompanhamento comercial. Em Portugal, muitíssimas vendas se fecham por WhatsApp ou telefone. Se os leads chegam mas ninguém os atende rápido, o resultado se dilui. Por isso conectamos as campanhas com o fluxo de atendimento e, quando aplicável, com um CRM.
  • A sazonalidade. Lançar logo antes do Hot Sale ou da Black Friday acelera o volume; lançar na baixa temporada exige mais paciência.

Por que a pressa mal compreendida arruína os resultados

Há uma tentação muito comum em Portugal: pedir mudanças drásticas a cada três dias porque "não estamos vendendo o suficiente". Essa ansiedade, embora compreensível, é contraproducente. Cada vez que se modifica radicalmente uma campanha —mudam-se lances, reescrevem-se anúncios, reinicia-se o orçamento— o algoritmo do Google volta à fase de aprendizado e se perde o avanço acumulado. É como arrancar uma planta pela raiz toda semana para verificar se já criou raízes. A gestão profissional consiste em otimizar com base em dados suficientes, não em palpites diários: deixar correr o tempo necessário para que cada decisão seja tomada sobre informação real. Isso não significa passividade; significa intervir no momento certo e pelo motivo certo.

Também vale a pena gerir expectativas conforme o ciclo de compra do seu produto. Um serviço de ticket baixo e decisão rápida (uma reserva, uma consulta, um produto de impulso) mostra resultados claros em dias. Um produto de ticket alto e decisão longa (imobiliário, maquinário, educação, B2B) pode gerar o lead rápido, mas a venda fechar semanas ou meses depois. Medir o sucesso de uma campanha imobiliária pelas vendas da primeira semana seria injusto e levaria a desligar algo que na verdade estava funcionando. Por isso definimos desde o início qual métrica intermediária (leads, reuniões agendadas, orçamentos) usaremos para avaliar enquanto as vendas finais amadurecem.

Resultados sustentados, não fogos de artifício

Na Orbis não buscamos um pico bonito na primeira semana para a foto do relatório: buscamos um sistema que melhore mês a mês. Com mais de 18 anos gerenciando campanhas, mais de 500 clientes e 4.9★ em resenhas, sabemos que o custo por lead se reduz de forma contínua com gestão ativa e medição honesta. A conta é sua, os dados são seus e os relatórios são claros: você vê qual campanha gera cada lead e como evolui o retorno. Se você quer saber quais resultados são realistas para o seu setor em Portugal e em que prazo, conte-nos o seu caso e te damos uma expectativa honesta, sem promessas mágicas. Preferimos te dizer desde o início que o primeiro mês é de construção e os seguintes de colheita, a te vender uma fantasia de resultados instantâneos que depois se traduz em decepção. A publicidade paga, bem gerenciada, é um dos canais mais previsíveis que existem, justamente porque cada decisão se apoia em dados e cada mês parte de um ponto melhor que o anterior.

Que tipo de campanha de Paid Media é melhor para o meu negócio em Portugal?

Não existe uma campanha "melhor" no abstrato: existe a campanha certa para o seu objetivo. O erro mais comum é ligar o canal da moda ou o que a concorrência usa sem se perguntar qual problema de negócio se quer resolver. Antes de escolher o formato, é preciso definir a meta: você quer mais leads para a sua equipe de vendas?, mais vendas on-line de um catálogo?, mais reconhecimento de marca?, recuperar quem já te visitou? Cada resposta aponta para um mix diferente de canais. Em Portugal, além disso, é preciso somar um fator que muda as regras: uma parte enorme das vendas se fecha por WhatsApp ou ligação, então o desenho da campanha deve levar à conversa, não só ao clique.

Que campanha usar conforme o seu objetivo

  • Você quer leads (serviços, B2B, profissionais): o Google Search é o rei. Você captura quem já procura ativamente o seu serviço em Portugal, com altíssima intenção. Complementa-se com remarketing para fechar com os indecisos.
  • Você vende produtos on-line (e-commerce): o Google Shopping é indispensável: seus produtos com foto e preço diante de quem compara. Potencializa-se com Search de marca e remarketing dinâmico para recuperar carrinhos abandonados.
  • Você quer dar a conhecer a sua marca: YouTube e Display constroem reconhecimento e demanda nova, alcançando públicos por interesses, dados demográficos e comportamento.
  • Você quer recuperar visitas perdidas: o remarketing (em Display, YouTube e Search) volta a impactar quem já te conhece. Costuma ser dos mais rentáveis de toda a conta.
  • Você quer ampliar o alcance com menor custo: o Microsoft Ads (Bing) oferece menos concorrência e CPCs frequentemente mais baixos, alcançando um público diferente do do Google.

O mix importa mais que o canal isolado

As contas que melhor rendem quase nunca dependem de um único formato. Uma estratégia madura combina canais por etapa do funil: Display e YouTube na parte alta para criar demanda e reconhecimento; Search e Shopping na parte baixa para capturar a intenção de compra; e remarketing transversal para não perder quem já demonstrou interesse. Essa orquestração é o que separa uma campanha que "gasta" de um sistema que gera receita. Em Portugal, o mix também deve contemplar a sazonalidade: ajustar orçamentos e mensagens para Hot Sale, Black Friday, Dia das Mães e a temporada de Natal, quando a intenção de compra dispara.

Erros comuns ao escolher a campanha

Em Portugal vemos tropeços que custam caro e que convém evitar antes de escolher o formato:

  • Ligar YouTube ou Display esperando vendas diretas imediatas. São canais de criação de demanda; medi-los só por vendas do primeiro clique leva a desligá-los antes que contribuam. Seu valor se vê no conjunto.
  • Usar Performance Max sem estrutura. As campanhas automatizadas do Google são potentes, mas sem boa alimentação de dados, exclusões e objetivos claros podem gastar em tráfego de baixa qualidade. A automação não substitui a estratégia.
  • Esquecer o remarketing. A maioria de quem te visita não compra na primeira visita. Não reimpactá-los é dar de presente à concorrência um público que já te conhecia.
  • Pular o Search de marca. Se alguém busca o seu nome e um concorrente dá lance sobre ele, pode levar o seu cliente. Proteger a sua marca costuma ser barato e muito rentável.
  • Copiar a concorrência sem contexto. Que o Shopping funcione para outro não significa que seja o seu melhor canal; seu objetivo, sua margem e seu ciclo de compra é que mandam.

Como definimos o seu mix na Orbis

Nunca começamos pelo canal: começamos por um diagnóstico. Revisamos o seu objetivo de negócio, seu ticket médio, sua margem, sua concorrência e sua situação atual de medição. A partir daí propomos o mix de canais que melhor converte o seu orçamento em resultados, e o ajustamos com os dados reais conforme a conta amadurece. Não te vendemos "o pacote completo" se hoje você só precisa dominar Search e remarketing; te dizemos com honestidade o que sim e o que ainda não.

Outra vantagem de definir bem o mix desde o início é que evita o desperdício. Muitas contas em Portugal queimam orçamento em termos de busca amplos demais, em públicos que nunca iriam comprar ou em formatos automáticos sem supervisão. Escolher o canal certo para cada objetivo, com palavras-chave negativas, exclusões e segmentações afinadas, faz com que o seu investimento chegue só a quem tem possibilidade real de se tornar cliente. Isso baixa o custo por lead e libera orçamento para escalar o que de fato funciona. A estratégia não é um documento bonito que se guarda na gaveta: é o guia vivo que decide, semana a semana, onde colocar cada real.

Com mais de 18 anos de experiência, mais de 500 clientes, 4.9★ em resenhas e como Google Partner, vimos o que funciona em setores muito diferentes dentro de Portugal. Se você quer saber exatamente que tipo de campanha é melhor para o seu negócio hoje, conte-nos o seu objetivo e montamos a estratégia adequada para a sua meta e o seu orçamento. A campanha certa não é a mais sofisticada nem a que tem mais canais ligados: é a que converte o seu investimento em clientes ao menor custo possível para a sua etapa atual. Começar focado e escalar com dados é quase sempre o caminho mais rentável para um negócio em Portugal.

A conta do Google Ads é minha e por que vale a pena uma agência Google Partner em Portugal?

Sim, a conta do Google Ads é sempre sua, e este é um dos pontos em que você mais deve prestar atenção ao escolher com quem trabalhar a sua publicidade paga em Portugal. Na Orbis operamos sobre a sua conta com acessos auditados: o histórico, os dados, as conversões e o investimento pertencem a você, esteja ou não conosco. Isso importa muitíssimo porque a conta acumula um ativo invisível, mas valiosíssimo: o aprendizado do algoritmo. Cada conversão, cada ajuste e cada mês de dados fazem o Google mostrar seus anúncios cada vez melhor. Se uma agência leva a sua verba sobre a conta dela e um dia você vai embora, perde todo esse histórico e começa do zero. Essa é uma das maiores bandeiras vermelhas do mercado.

Como deve ser um acesso transparente

  • A conta no seu nome. Criada com os seus dados, vinculada ao seu faturamento. Você é o proprietário, a agência é administradora.
  • Acessos auditados. Você sabe quem entra, o que muda e quando. Nada de caixas-pretas.
  • Suas conversões e sua medição. As tags e os objetivos vivem nas suas propriedades do Analytics e do Google Ads, não em ativos da agência.
  • Taxa pela gestão, não por verba opaca. Você paga à agência pelo trabalho de estratégia e otimização; o investimento publicitário vai direto para o Google e você o vê com clareza.

Essa transparência não é um luxo: é a base para que o seu marketing seja um investimento e não uma aposta às cegas. Se você não pode ver para onde vai o seu dinheiro e o que ele te devolve, não está contratando publicidade, está financiando a opacidade de outra pessoa.

O que significa —e o que não— ser Google Partner

O selo Google Partner é concedido pelo Google às agências que cumprem três requisitos: executivos com certificações vigentes nos produtos do Google Ads, um nível de investimento gerenciado sustentado nas contas dos seus clientes, e um desempenho que demonstre boas práticas e otimização real. Em outras palavras, não é um selo que se compra: mantém-se com conhecimento atualizado e resultados. Para você, trabalhar com uma agência Google Partner em Portugal significa que quem gerencia a sua conta domina as ferramentas, está em dia com as mudanças constantes da plataforma e aplica as melhores práticas que o Google reconhece.

Sejamos honestos também com a terminologia, porque no mercado ela é usada com leviandade: a Orbis é Google Partner. É a credencial que respalda a nossa capacidade técnica e a nossa experiência gerenciando campanhas. Dizemos isso com precisão porque a honestidade é parte de como trabalhamos: preferimos descrever exatamente o que somos a inflar credenciais.

Por que quem gerencia a sua conta muda tudo

A plataforma é a mesma para todos; a diferença está nas mãos que a operam. Uma conta gerenciada por alguém com experiência paga menos por clique graças a um melhor Índice de Qualidade, evita desperdício com negativas e segmentações afinadas, e foca o orçamento onde de fato converte. Na Orbis a sua conta não é operada por um júnior aprendendo com o seu orçamento: ela é gerenciada por executivos certificados e de alto nível. Temos mais de 18 anos nisso, com mais de 500 clientes e 4.9★ em resenhas, e conhecemos as particularidades do mercado de Portugal: a sazonalidade do Hot Sale e da Black Friday, o fechamento de vendas por WhatsApp e as diferenças entre regiões.

Sinais de alerta ao contratar publicidade paga em Portugal

Para que o seu investimento esteja protegido, fique de olho nestas bandeiras vermelhas que abundam no mercado:

  • Que a conta não esteja no seu nome. Se trabalham sobre uma conta da agência e não te dão a propriedade, no dia em que você for embora perde todo o histórico. Inegociável: a conta é sua.
  • Que prometam "primeiro lugar garantido". Ninguém controla totalmente o leilão do Google. Quem garante isso, ou não entende a plataforma ou está te vendendo enrolação.
  • Que não separem taxa e verba. Se te cobram "tudo incluso" sem detalhar o que vai para o seu trabalho e o que vai direto para o Google, estão te escondendo a rentabilidade real.
  • Que não te mostrem as conversões. Sem métricas de custo por lead, ROAS e vendas atribuíveis, não há como saber se o seu dinheiro rende.
  • Que não tenham resenhas verificáveis. Em Portugal a reputação pública importa; peça casos e opiniões reais, não só slides.

Em resumo: exija sempre que a conta seja sua, que os acessos sejam auditáveis e que quem a gerencie tenha credenciais reais. Se você quer trabalhar com uma agência Google Partner que coloca a transparência e o seu retorno à frente, conte-nos o seu caso e te mostramos como faríamos, com números desde o primeiro dia. Acreditamos que a melhor relação com uma agência é a que se sustenta por resultados e não por cadeados: quando a conta é sua, os dados são seus e o relatório é claro, você fica porque te convém, não porque não pode sair. Essa é a base de confiança com a qual trabalhamos com cada cliente em Portugal, e a razão pela qual tantos estão há anos conosco.

Vamos lançar suas campanhas?

Cada real de verba, rastreável.

Montamos a estratégia de Google Ads adequada para o seu objetivo e o seu orçamento em Portugal.

Sem custo e sem compromisso · respondemos em menos de 24 h
Google Partner
4.9★ · 58 avaliações
+500clientes impulsionados
+15anos de experiência