Cliques filtrados
Quem chega já viu produto e preço: vem para comprar.
O Shopping mostra seus produtos com foto e preço antes de qualquer resultado. Otimizamos seu feed, estruturamos as campanhas por margem e ajustamos os lances por ROAS para vender com lucro, não apenas por volume.
Quando alguém busca um produto no Google, a primeira coisa que vê é a faixa do Shopping: fotos, preços e lojas. Quem clica ali já viu seu produto e seu preço — é um comprador filtrado, não um curioso. Por isso o Shopping costuma ser o canal com melhor retorno para o e-commerce… quando o feed está bem feito.
E aí está o segredo que poucos cuidam: o feed é tudo. Otimizamos seus títulos para que coincidam com as buscas reais (marca + produto + atributo), completamos atributos, imagens e preços no Merchant Center, e resolvemos as reprovações que derrubam produtos sem você perceber. Um feed pobre compete às cegas; um otimizado aparece mais e paga menos.
Sobre essa base, estruturamos campanhas por margem e prioridade — seus produtos campeões não devem brigar por orçamento contra os de baixa lucratividade — e ajustamos os lances a um ROAS-alvo realista. Com remarketing dinâmico para perseguir quem viu o produto e não comprou.
Conte-nos seu caso e dizemos exatamente como o Google Shopping se aplicaria ao seu negócio em Portugal — sem compromisso e sem enrolação.
Agendar uma reunião Fale conosco pelo WhatsAppConta configurada, verificada e sem reprovações surpresa.
Títulos, atributos e imagens que aparecem em mais buscas.
Estrutura que prioriza seus produtos mais rentáveis.
Meta de retorno definida com você e otimizada toda semana.
O produto exato que viram, seguindo-os até a compra.
Quais SKUs vendem, quais queimam orçamento e o que fazer.
Produtos, preços, concorrência e lucro real.
Merchant Center e atributos na sua melhor versão.
Orçamento alocado por margem, não à toa.
Conversões com valor para otimizar por retorno.
Mais para o que vende, fora o que não vende.
Requer loja online com catálogo (Shopify, Tienda Nube, WooCommerce). Se você ainda não tem, também a construímos.
No Shopping, seu produto compete com foto e preço à vista. Estar bem otimizado decide se escolhem você — e se o clique te deixa lucro.
Quem chega já viu produto e preço: vem para comprar.
Otimizamos por retorno real, considerando seu lucro.
Mais impressões e melhor custo graças a títulos otimizados.
Sem produtos caídos nem reprovações silenciosas.
Para anunciar produtos no Google Shopping você precisa de três peças conectadas entre si, e a ordem em que você as monta determina o quão rápido começa a vender. A primeira é uma loja online com catálogo real: uma plataforma de e-commerce (Shopify, Tienda Nube, WooCommerce, Magento ou uma loja sob medida) onde cada produto tenha sua página, seu preço, sua disponibilidade e seu botão de compra. O Shopping não vende a partir de um PDF nem de um catálogo do Instagram; ele precisa de uma URL por produto para a qual possa enviar o comprador. A segunda peça é uma conta do Google Merchant Center, que é onde vive seu feed de produtos —o arquivo que diz ao Google o que você vende, a que preço, com qual foto e com quais atributos—. A terceira é uma conta do Google Ads vinculada ao Merchant Center, de onde se criam as campanhas e se controla o orçamento.
O feed é, de longe, o que separa uma campanha que vende de uma que queima dinheiro. Não basta conectar sua loja e deixar o Google puxar os dados em automático: esse feed "cru" costuma trazer títulos pobres, atributos vazios e categorias mal atribuídas que te deixam competindo às cegas. O que fazemos na Orbis é otimizá-lo a fundo:
Antes de seus produtos aparecerem, o Google verifica se sua loja é séria. Isso implica verificar e reivindicar seu site, ter visíveis suas políticas de envio, devolução e meios de pagamento, e contar com dados de contato. Em Portugal isso importa especialmente porque muitas lojas pequenas não têm essas páginas e depois não entendem por que seu Merchant Center fica suspenso. Nós deixamos esse ecossistema completo e blindado para que o lançamento não trave em revisões.
Também convém ter o negócio bem medido antes de investir: a tag de conversão com valor (que reporta não só quantas vendas houve, mas quanto você vendeu em reais), conectada corretamente à sua plataforma. Sem valor de conversão, você não pode otimizar por ROAS e estaria voando sem instrumentos. Se você vende também por WhatsApp —algo muito comum em Portugal—, contemplamos esse fechamento dentro da medição para não subestimar o que o Shopping realmente gera.
Em resumo: para começar com o Google Shopping em Portugal você precisa de loja com catálogo, Merchant Center com feed aprovado e Google Ads vinculado, além de um feed otimizado, políticas em ordem e medição com valor. Parece muito, e por isso montamos tudo do início ao fim: você nos dá acesso à sua loja e às suas contas (que sempre são suas), e nós deixamos todo o ecossistema pronto para competir. Se quiser, conversamos e dizemos em que ponto você está e quanto falta para lançar.
Esta é provavelmente a frustração número um de quem tenta o Shopping por conta própria em Portugal: você sobe o feed, espera ver seus produtos na faixa do Google… e eles aparecem como "reprovados" ou simplesmente não são exibidos. A boa notícia é que quase sempre a causa é identificável e resolvível. A má é que, se você não a trata, pode perder dias ou semanas de vendas sem perceber, porque o Google raramente avisa com um aviso grande: os produtos caem em silêncio dentro do Merchant Center.
É fundamental distinguir dois níveis de problema. Uma reprovação de produto afeta um ou vários itens: o resto do seu catálogo segue funcionando, e se corrige ajustando o feed. Uma suspensão de conta é muito mais grave: derruba todo o seu Merchant Center e costuma vir de violações de políticas (representação desonesta do negócio, problemas com a informação da loja, ou várias reprovações acumuladas sem atender). Recuperar uma conta suspensa é um processo delicado que exige corrigir a raiz e solicitar uma revisão; não é coisa de "subir o feed de novo". Por isso insistimos tanto em montar bem as políticas desde o dia um: prevenir uma suspensão é muitíssimo mais barato do que se recuperar dela.
O primeiro passo é uma auditoria completa do Merchant Center: revisamos produto por produto os diagnósticos, identificamos os padrões (é um atributo que falta em todo o catálogo? são as imagens? é o preço?) e os corrigimos na origem, não remendando um por um. Reescrevemos títulos e atributos, alinhamos preços e disponibilidade entre feed e site, e deixamos as imagens em regra. Depois montamos vigilância contínua: revisamos o estado do feed com frequência para que, se um produto cair, o levantemos antes de você perder vendas, em vez de descobrir um mês depois quando o relatório veio ruim.
Em Portugal isso é especialmente valioso porque muitas lojas operam com catálogos que mudam com frequência —entram e saem produtos, mudam preços por temporada, esgotam tamanhos— e cada uma dessas mudanças é uma oportunidade de que algo seja reprovado. Ter alguém cuidando do feed transforma esse risco em algo controlado. Se o seu Merchant Center já está dando problemas, nós o revisamos e dizemos exatamente o que está derrubando-o e como o levantamos.
Vamos ser honestos desde o início, porque esta pergunta é justamente onde mais se vende enrolação em Portugal: qualquer um que te prometa um ROAS específico sem conhecer seu negócio está mentindo. O retorno do investimento publicitário (ROAS, da sigla em inglês: quantos reais você vende para cada real que investe em anúncios) depende de tantas variáveis próprias da sua operação que não existe um número universal. O que sim podemos fazer é explicar do que ele depende, como se define uma meta realista com você e por que um ROAS "alto" nem sempre é bom.
Aqui há uma nuance que quase ninguém explica. Se você só persegue o ROAS mais alto possível, acaba investindo pouquíssimo nos seus produtos mais seguros e deixa vendas na mesa. Às vezes convém baixar o ROAS-alvo para ganhar volume: se cada venda adicional ainda deixa lucro, vender mais a um retorno um pouco menor te deixa mais dinheiro no bolso do que vender pouco a um retorno altíssimo. A pergunta correta não é "qual é meu ROAS?", mas "quanto lucro total estou gerando?". Por isso otimizamos por retorno com margem, não por um número de vaidade.
Nosso processo é direto e sem promessas mágicas. Primeiro levantamos os números reais da sua operação: margem por categoria, ticket médio, comissões do gateway de pagamento, custos de envio e devoluções. Com isso calculamos seu ROAS de equilíbrio —o ponto onde você não ganha nem perde— e a partir daí fixamos uma meta que te deixe lucro saudável. Depois lançamos com um período de aprendizado em que o sistema junta dados; durante essas primeiras semanas os números se movem e isso é normal. Conforme entram conversões com valor, os lances automáticos (tROAS) se afinam e o retorno se estabiliza.
E reportamos com transparência: você verá quanto investiu, quanto vendeu, qual ROAS alcançou e, sobretudo, quais SKUs carregam o resultado. Em Portugal também consideramos o fechamento por WhatsApp, porque muitas vendas que o Shopping originou terminam por chat e não atribuí-las faria seu ROAS parecer mais baixo do que o real. Se você quiser uma estimativa aterrissada ao seu caso —não um número inventado—, conte-nos sua margem e seu ticket e damos uma faixa honesta, além de que você pode usar nossa calculadora de ROI e ROAS para fazer seus próprios cálculos.
O feed é o coração do Google Shopping, e aqui está a verdade incômoda: sua campanha nunca será melhor do que seu feed. Você pode ter o orçamento mais generoso e os lances mais bem calibrados, mas se o feed está pobre, você compete em menos buscas, paga mais por cada clique e deixa de aparecer para compradores que te buscavam. Diferente da Pesquisa, no Shopping você não escolhe palavras-chave: o Google decide em quais buscas te mostrar a partir dos dados do seu feed. Por isso otimizar o feed é, na prática, fazer "SEO de catálogo".
O título do produto é o atributo com maior peso para decidir em quais buscas você aparece. Um título genérico como "Tênis esportivo" te deixa fora de milhares de buscas específicas. A estrutura que funciona coloca na frente o que as pessoas realmente escrevem: marca + tipo de produto + atributo-chave + modelo/variante. Por exemplo, "Nike Air Max 90 tênis masculino tamanho 42 preto" aparece em muito mais combinações do que "Tênis Nike". Ordenamos os termos importantes no início (os primeiros caracteres são os que mais aparecem) e os adaptamos à linguagem de Portugal: aqui se diz "tênis" e não "zapatillas", "camiseta" e não "remera", e essas nuances decidem se você aparece ou não na busca real.
A imagem é a primeira coisa que o comprador vê e também uma causa frequente de reprovação. Devem ter fundo limpo, sem marcas d'água, sem texto promocional por cima e mostrar claramente o produto. Uma boa imagem sobe o CTR (porcentagem de cliques) e, portanto, o desempenho de toda a campanha, porque mais cliques relevantes a bom preço melhoram sua economia.
O feed deve refletir o preço e o estoque reais o tempo todo. Uma diferença entre feed e site reprova o produto; um produto esgotado que segue ativo desperdiça cliques e irrita o comprador. Para catálogos que mudam com frequência —típico em Portugal por temporadas e promoções— configuramos atualizações frequentes para que o feed não fique para trás.
Aqui está a parte estratégica que distingue um feed administrado de um abandonado. Usamos regras de feed para corrigir ou enriquecer dados em massa sem tocar na sua loja, e custom labels (etiquetas personalizadas) para marcar produtos por margem, por temporada, por mais vendidos ou por remarcados. Essas etiquetas são ouro: permitem estruturar campanhas que priorizam seus produtos rentáveis e controlar o orçamento por grupo, em vez de tratar todo o catálogo como uma sacola indistinta. Também aproveitamos as promoções do Merchant Center para mostrar descontos diretamente no anúncio, o que melhora o CTR em datas-chave como a Black Friday.
Otimizar o feed não é um evento, é um processo. Revisamos quais termos de busca estão te trazendo vendas e quais só gastam, ajustamos títulos conforme isso, vigiamos reprovações e reordenamos prioridades segundo o que vende. Um feed vivo, cuidado semana a semana, é a diferença entre uma campanha que estagna e uma que melhora seu retorno com o tempo. Se você quiser, auditamos seu feed atual e mostramos exatamente o que está freando suas vendas em Portugal e como o consertamos.
Se você está pesquisando Google Shopping em Portugal, vai esbarrar em dois caminhos para anunciar seus produtos: as campanhas de Shopping padrão e as campanhas de Performance Max (PMax). O Google empurrou forte para o PMax nos últimos anos, a ponto de muitas contas migrarem quase por padrão. Mas "o que o Google recomenda" e "o que mais convém ao seu negócio" nem sempre são a mesma coisa, então vale a pena entender a diferença real antes de decidir.
As campanhas de Shopping padrão (também chamadas de Shopping normal ou de inventário) mostram seus produtos principalmente na faixa de Shopping do Google e na aba Shopping. Sua grande vantagem é o controle e a transparência: você vê com clareza quais termos de busca ativam seus anúncios, pode estruturar o catálogo em grupos de produtos, ajustar lances por categoria ou por SKU, e excluir buscas que não convertem com palavras-chave negativas. Para um negócio que quer entender o que está acontecendo e tomar decisões finas, essa visibilidade é muito valiosa. O contra é que exige mais trabalho de gestão e só cobre os inventários de Shopping, não toda a rede do Google.
Performance Max é uma campanha automatizada que, com um único orçamento, distribui seus anúncios por todo o inventário do Google: Shopping, Pesquisa, YouTube, Gmail, Display e Discover. Você dá seu feed, seus objetivos (normalmente um ROAS), uns textos e imagens (os "assets"), e o sistema decide onde, quando e para quem mostrar. Sua força é o alcance e a automação: pode encontrar compradores em lugares onde uma campanha de Shopping sozinha não chega, e muitas vezes rende muito bem em volume de vendas. Sua fraqueza é a caixa-preta: historicamente dava pouca visibilidade sobre onde o dinheiro foi gasto e quais buscas ativou, embora os relatórios tenham melhorado. Também tende a "canibalizar" tráfego de marca (atribuir-se vendas que você teria de qualquer forma) se não for controlado.
A resposta honesta é que depende da sua situação, e muitas vezes a melhor estratégia não é escolher um, mas combiná-los com inteligência:
Aqui vai o mais importante: o tipo de campanha pesa menos do que a qualidade do seu feed, sua medição e sua estrutura. Uma PMax sobre um feed pobre rende mal; uma Shopping padrão sem valor de conversão configurado não pode otimizar por ROAS. Por isso, antes de brigar por PMax sim ou PMax não, garantimos que o feed esteja otimizado, a conversão com valor esteja bem medida e o catálogo esteja segmentado por margem com etiquetas. Sobre essa base, escolher e combinar campanhas vira uma decisão de estratégia, não uma aposta.
Na Orbis tomamos essa decisão com dados da sua conta, não por moda nem pelo que "o Google disse". Testamos, medimos o incremento real e ficamos com a estrutura que mais lucro te deixa em Portugal. Se você já tem campanhas rodando e não sabe se o seu mix é o correto, nós o revisamos e dizemos com números se convém ajustar o rumo.
Auditamos seu feed (ou o criamos) e dizemos quanta demanda há para o seu catálogo em Portugal.
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