Microsoft Ads (Bing Ads) em Portugal

O canal que a sua concorrência está ignorando.

O Bing concentra audiências de alto valor — usuários de desktop, perfis corporativos — com menos concorrência e cliques geralmente mais baratos. Aproveitamos ao máximo esse espaço que quase ninguém disputa em Portugal.

  • Menos concorrência
  • CPC mais baixo
  • +500 clientes
O que é e o que fazemos

Microsoft Ads: a busca que ninguém está disputando.

Enquanto todos disputam o leilão do Google, a rede da Microsoft — Bing, Edge, Windows e agora as experiências com IA — atende milhões de buscas com uma fração dos anunciantes. Menos concorrência significa uma coisa: cliques geralmente mais baratos pela mesma intenção de compra.

E a audiência não é qualquer uma: usuários de desktop corporativo (o Bing é o buscador padrão em milhões de PCs de empresas), perfis de maior idade e poder aquisitivo, e um diferencial único — a segmentação com dados do LinkedIn (setor, função, empresa) que nenhum outro buscador oferece. Para B2B, isso é ouro.

O melhor: se você já tem campanhas no Google Ads, o início é rápido — importamos sua estrutura, a adaptamos às particularidades da rede da Microsoft e a otimizamos separadamente (o que funciona no Google nem sempre rende igual aqui). Resultado típico: mais leads do mesmo tipo, a um custo médio menor, em Portugal.

Vamos conversar?

Conte-nos o seu caso e dizemos exatamente como o Microsoft Ads (Bing) se aplicaria ao seu negócio em Portugal — sem compromisso e sem enrolação.

Agendar uma reunião Fale conosco pelo WhatsApp
+18 anos+500 clientes4.9★ · 58 avaliações
O que inclui

Os módulos do Microsoft Ads (Bing).

Importação a partir do Google

Sua estrutura adaptada à Microsoft em dias, não em meses.

Keywords e lances próprios

Otimização específica para o leilão do Bing.

Audiências do LinkedIn

Segmente por setor, função e empresa — exclusivo da Microsoft.

Audiência de desktop

O usuário corporativo que navega a partir do escritório.

Conversões mensuradas

UET tag instalada e leads atribuídos corretamente.

Relatório comparativo

Bing vs. Google lado a lado: custo, volume e qualidade.

Como fazemos

Expansão sem reinventar a roda.

01 · Auditoria

Sua conta do Google

Quais campanhas fazem sentido na rede da Microsoft.

02 · Importação

Estrutura adaptada

Campanhas migradas e ajustadas ao Bing.

03 · Mensuração

UET e conversões

Rastreamento próprio bem instalado.

04 · Lançamento

Lances calibrados

O leilão do Bing tem seus próprios preços.

05 · Otimização

Comparativo contínuo

Orçamento para o canal que dê o lead mais barato.

Pronto para começar com o Microsoft Ads (Bing)?Respondemos hoje mesmo com uma proposta clara.
Quando e onde

Os sinais de que o Bing vale a pena para você.

Quando você precisa
Seu CPC no Google não para de subir
Seu cliente é corporativo ou de perfil sênior
Você vende B2B e quer segmentar por setor
Já explorou o Google ao máximo e busca volume extra
Quer diversificar sem duplicar o trabalho
Onde se aplica
B2BServiços financeirosSoftwareEducaçãoSaúde privadaServiços profissionais

O Microsoft Ads brilha como complemento do Google Search, não como substituto: juntos cobrem praticamente toda a busca em Portugal.

Por que é necessário

Pagar menos pelo mesmo cliente.

A mesma pessoa que te busca no Google te busca no Bing a partir do PC do escritório. A diferença é quantos anunciantes estão concorrendo por esse clique.

01

CPC geralmente mais baixo

Menos anunciantes no leilão = cliques mais baratos.

02

Audiência corporativa

O desktop do escritório onde se decidem compras sérias.

03

Segmentação LinkedIn

Setor e cargo em um buscador: só aqui.

04

Início veloz

Importamos o seu Google Ads e você sai em dias.

+15
Anos de experiência
+500
Clientes atendidos
4.9★
58 avaliações
2 redes
Google + Microsoft
Perguntas frequentes

Tudo sobre Microsoft Ads (Bing Ads)

Vale a pena anunciar no Microsoft Ads (Bing) em Portugal?

A resposta honesta é: como complemento do Google, quase sempre sim; como único canal de busca, raramente. E essa distinção é justamente onde muitas agências erram ao recomendar o Microsoft Ads. Vamos por partes, porque entender o "porquê" te poupa dinheiro e decepções.

O Bing —o buscador da rede da Microsoft, presente no Edge, no Windows e cada vez mais nas experiências com IA— lida com um volume de buscas notavelmente menor que o Google em Portugal. Isso é um fato e não adianta negar. Mas o volume não é a única variável que importa na publicidade de busca: o que de fato move a sua rentabilidade é a relação entre quanto você paga por cada clique e o quão qualificado é esse clique. E aí o Bing tem uma história interessante para contar.

O argumento real a favor do Microsoft Ads

Como há muito menos anunciantes disputando o leilão na rede da Microsoft, o custo por clique (CPC) tende a ser mais baixo para palavras-chave de intenção semelhante. Isso significa que, com o mesmo orçamento, você pode capturar cliques de pessoas com a mesma intenção de compra que no Google, mas gastando menos por cada um. Para negócios com orçamentos apertados —muitas PMEs de Portugal— essa economia marginal se traduz em mais leads pelo mesmo valor investido.

Além disso, a audiência do Bing não é qualquer uma. O Bing é o buscador padrão em milhões de computadores corporativos, onde as pessoas trabalham, pesquisam fornecedores e tomam decisões de compra sérias. O perfil tende a ser de maior idade, maior poder aquisitivo e mais orientado ao desktop. Se você vende B2B, serviços profissionais, software, soluções financeiras ou educação de alto valor, essa audiência é precisamente a que você quer alcançar.

  • CPC geralmente mais baixo por menos concorrência no leilão.
  • Audiência corporativa e sênior, ideal para B2B e ticket alto.
  • Segmentação com dados do LinkedIn (setor, função, empresa) que nenhum outro buscador oferece.
  • Início rápido: importa-se a sua estrutura do Google Ads e ela é adaptada.

Quando NÃO vale a pena (e nós te dizemos)

Se o seu negócio depende de volume massivo de buscas de baixo ticket, se o seu público é muito jovem e mobile, ou se você ainda não explorou bem a sua conta do Google Ads, então investir energia no Bing antes da hora é desorganizar prioridades. Na Orbis preferimos te dizer com clareza: primeiro otimiza-se o Google, depois abre-se o Bing como canal complementar. Não vendemos enrolação nem canais que não rendem para o seu caso.

A forma correta de decidir isso não é por palpite nem pelo que funcionou para outro negócio: é com dados seus. Por isso, quando abrimos o Microsoft Ads para um cliente em Portugal, fazemos isso com uma fração do orçamento, medição própria bem instalada e um relatório comparativo lado a lado contra o Google. Em semanas sabemos se o custo por lead no Bing justifica continuar investindo ou realocar para outro canal. Essa disciplina de medição faz parte da nossa abordagem de Business Assurance: processos auditáveis, engenharia de receita e decisões baseadas em números, não em promessas.

Estamos há mais de 18 anos fazendo paid media, com +500 clientes atendidos, 4.9★ em avaliações e somos Google Partner. Essa experiência nos dá o critério para saber, no seu setor e no seu mercado de Portugal, se o Bing vai ser um complemento rentável ou uma distração. Se você quer uma resposta aterrissada ao seu negócio —não genérica— conte-nos o seu caso e dizemos com transparência se vale a pena, quanto e por quê.

Tenho que criar as campanhas do Microsoft Ads do zero ou posso importar minha conta do Google Ads?

Boas notícias: você não precisa começar do zero. Uma das grandes vantagens do Microsoft Ads (Bing Ads) é que ele permite importar campanhas diretamente do Google Ads, com sua estrutura, palavras-chave, grupos de anúncios, textos e extensões. Isso reduz drasticamente o tempo de início: o que em outros canais levaria semanas de construção manual, aqui se transfere em dias. Mas —e esse "mas" é importante— importar não é o mesmo que otimizar, e é justamente aí que uma agência com experiência faz a diferença.

O que se importa e o que precisa ser ajustado

Quando importamos a sua conta do Google Ads para a rede da Microsoft, trazemos toda a arquitetura: campanhas, grupos de anúncios, keywords, anúncios de texto, extensões de link, localização, chamada e mais. É um excelente ponto de partida porque conserva o trabalho estratégico que você já investiu no Google. No entanto, copiar e colar não funciona igualmente bem em ambas as plataformas, por várias razões técnicas reais:

  • O leilão é diferente. Com menos anunciantes, os preços de lance e o comportamento da concorrência mudam. Os lances que você tinha calibrados para o Google costumam estar mal calibrados para o Bing —às vezes altos demais, às vezes baixos demais.
  • O volume de busca é menor. Algumas keywords com bom tráfego no Google têm pouco ou nenhum volume no Bing, e vice-versa: há termos que rendem surpreendentemente bem aqui. É preciso depurar.
  • O comportamento do usuário difere. A audiência de desktop corporativo se comporta de forma diferente da audiência mobile do Google. Os horários, dispositivos e dispositivos de conversão mudam.
  • As funções exclusivas não são importadas. A joia da Microsoft —a segmentação com dados do LinkedIn por setor, função e empresa— não existe no Google, então é preciso configurá-la manualmente depois de importar.

Como fazemos na Orbis

Nosso processo para clientes em Portugal segue cinco passos claros. Primeiro, auditamos a sua conta do Google para identificar quais campanhas fazem sentido replicar na rede da Microsoft (nem todas fazem). Segundo, importamos e limpamos: trazemos a estrutura e depuramos keywords sem volume, ajustamos orçamentos e reconfiguramos lances para a realidade do leilão do Bing. Terceiro, instalamos a medição com a UET tag (o equivalente ao pixel da Microsoft) para atribuir corretamente cada conversão. Quarto, lançamos com lances calibrados de forma conservadora e vamos subindo conforme o desempenho real. Quinto, otimizamos em comparativo contínuo contra o Google.

Esse último ponto é fundamental: uma vez em operação, as duas contas são gerenciadas separadamente. O que funciona no Google nem sempre funciona no Bing, e vice-versa. Tratá-las como uma única conta clonada é o erro mais comum e o que mais desperdiça orçamento. Nós otimizamos cada plataforma de forma independente e realocamos o orçamento para onde o custo por lead for mais baixo, mês a mês.

O resultado típico de fazer isso bem é um início veloz sem sacrificar a qualidade: você aproveita o trabalho que já fez no Google, mas adaptado às particularidades do Microsoft Ads. Com mais de 18 anos de experiência em paid media, +500 clientes e nossa condição de Google Partner, sabemos exatamente o que conservar, o que ajustar e o que descartar em cada importação. Se você quer saber como ficaria a sua conta migrada e otimizada para Portugal, conte-nos o seu caso e te mostramos com números.

O que é a segmentação com LinkedIn no Microsoft Ads e por que é tão valiosa para B2B?

Este é, sem exagero, o diferencial mais potente e menos conhecido do Microsoft Ads, e a razão pela qual muitas empresas B2B em Portugal deveriam tê-lo em seu radar. A chave está em uma única frase: a Microsoft é dona do LinkedIn. Essa propriedade permite que ela ofereça algo que nenhum outro buscador do mundo pode igualar —nem o Google, nem ninguém—: ajustar as suas campanhas de busca conforme quem é a pessoa que está buscando, profissionalmente falando.

O que você pode segmentar exatamente

Dentro do Microsoft Ads, você pode aplicar ajustes de lance —e, em alguns casos, segmentação direta— baseados em três dimensões provenientes dos dados do LinkedIn:

  • Setor. Você pode priorizar usuários que trabalham em, por exemplo, manufatura, serviços financeiros, saúde, tecnologia ou construção. Se o seu produto serve a um vertical específico, você deixa de pagar por cliques de setores irrelevantes.
  • Função profissional. Você pode ajustar lances conforme a área da pessoa: finanças, operações, marketing, recursos humanos, engenharia, direção geral. Se você vende software de RH, fala com quem decide em RH.
  • Empresa. Você pode segmentar por organizações específicas ou por tamanho de empresa, o que abre a porta para estratégias de Account-Based Marketing (ABM) diretamente a partir da busca.

Por que isso muda o jogo no B2B

Pense assim: no Google, quando alguém busca "software de faturamento", você não tem ideia se quem busca é o dono de uma microempresa, um estagiário curioso ou o diretor de finanças de uma corporação com 500 funcionários. Você paga o mesmo clique pelos três. No Microsoft Ads, você pode subir o seu lance agressivamente quando quem busca é diretor de finanças em uma empresa grande do seu setor-alvo, e baixá-lo quando o perfil não encaixa. Isso significa que o seu orçamento se concentra nos cliques que de verdade podem se converter em clientes de alto valor.

Para negócios de ticket alto e ciclo de venda longo —software empresarial, consultoria, serviços financeiros, equipamento industrial, educação executiva— esse nível de precisão é transformador. Um único cliente fechado pode justificar meses de investimento publicitário, então pagar um pouco mais para alcançar exatamente o perfil certo é um negócio redondo. É, literalmente, a capacidade de colocar o seu anúncio diante da pessoa que assina a ordem de compra, e não diante de quem só está pesquisando por curiosidade.

Como aproveitamos isso na Orbis

Configurar bem a segmentação do LinkedIn exige método. Não se trata de ativar todos os filtros e esperar mágica; trata-se de construir um perfil do seu cliente ideal (setor, função, tamanho de empresa) e traduzi-lo em ajustes de lance que priorizem esse perfil sem fechá-lo tanto a ponto de matar o volume. É um equilíbrio fino entre precisão e alcance, e se calibra com dados ao longo das primeiras semanas.

Em Portugal, onde muitas decisões B2B ainda se fecham por relação direta e por WhatsApp, essa segmentação é especialmente útil para gerar leads qualificados que depois a sua equipe comercial atende pessoalmente. Conectamos esses leads ao seu CRM para que nenhum esfrie e para medir, de ponta a ponta, qual setor e qual função estão trazendo os melhores clientes. Com mais de 18 anos em paid media, +500 clientes e como Google Partner, sabemos como combinar a potência da busca com a inteligência do LinkedIn. Se você vende B2B em Portugal e nunca testou isso, conte-nos o seu caso: provavelmente você está deixando ir a sua melhor audiência.

Quanto orçamento devo destinar ao Microsoft Ads (Bing) em Portugal?

A resposta honesta é: depende do seu caso, e desconfie de quem te der um número fechado sem conhecer o seu negócio. Mas podemos sim te dar um marco claro e prático para que você tome uma boa decisão, porque o orçamento do Microsoft Ads não é pensado da mesma forma que o do Google —é pensado como um canal complementar, e isso muda tudo.

A regra prática para começar

Para a maioria dos negócios em Portugal, o mais sensato é começar com uma fração do orçamento que você já investe no Google Ads, tipicamente entre 10% e 20%. Por que essa proporção? Porque ela tem dois objetivos: primeiro, gerar dados suficientes para avaliar se o Bing rende para o seu caso; segundo, fazer isso sem canibalizar o orçamento do canal que você já sabe que funciona. Não se trata de mover dinheiro do Google para o Bing às cegas, mas de abrir um canal de teste controlado com dinheiro que você possa medir.

Com essa fração, durante as primeiras semanas observamos as métricas que de verdade importam: custo por clique, custo por lead e qualidade desses leads comparada com o Google. Se o Bing está te dando leads do mesmo tipo a um custo menor —que é o resultado típico em audiências corporativas— então faz todo o sentido realocar mais orçamento para lá. Se não rende para o seu setor, saberemos rápido e sem ter arriscado muito.

Quais fatores movem o número correto

  • Seu setor e concorrência. Em setores B2B, financeiros, software ou educação, onde a audiência corporativa do Bing é muito relevante, costuma justificar-se uma porcentagem maior. Em negócios de consumo massivo e baixo ticket, normalmente menos.
  • Seu ticket médio e margem. Se cada cliente vale muito, você pode se permitir pagar mais por lead, e o Bing —com sua audiência de poder aquisitivo— encaixa bem. Se a sua margem é fina, o CPC mais baixo do Bing é justamente o que você precisa.
  • O volume disponível. O Bing tem menos buscas, então em algum ponto o canal "satura": por mais que você aumente o orçamento, não há mais gente buscando. Detectar esse teto evita desperdiçar dinheiro.
  • A sazonalidade. Em Portugal as temporadas fortes movem o consumo. Uma boa gestão ajusta o orçamento do Bing nesses picos em vez de deixá-lo no piloto automático.

Fee e investimento em mídia: não deixe que misturem

Um ponto de transparência que sempre repetimos: o seu investimento se compõe de dois conceitos distintos. De um lado está o investimento em mídia, que é o dinheiro que vai direto para a Microsoft para comprar os cliques. De outro está o fee da agência, que é o que você paga pela estratégia, a importação, a configuração da segmentação do LinkedIn, a medição e a otimização contínua. Qualquer agência séria detalha ambos separadamente, porque misturá-los esconde a rentabilidade real de cada real. Na Orbis fazemos assim por princípio: com Business Assurance, cada real é rastreável e auditável.

Nossa recomendação prática para uma empresa de Portugal é não se obcecar com quanto destinar de início, mas com quanto cada real está te devolvendo. O relatório comparativo lado a lado —Bing contra Google— mostra exatamente onde o seu investimento rende mais, e a partir daí o orçamento se ajusta sozinho, guiado por dados. Essa é a lógica da engenharia de receita: o dinheiro vai para o canal que dá o lead mais barato e de melhor qualidade.

Com mais de 18 anos de experiência, +500 clientes, 4.9★ em avaliações e como Google Partner, calibramos orçamentos para todo tipo de negócio. Se você quer um número aterrissado ao seu setor e às suas metas em Portugal —com fee e investimento em mídia detalhados— conte-nos o seu caso e montamos uma proposta clara, sem enrolação.

Como se mede o desempenho do Microsoft Ads e como o comparo com o Google Ads?

Esta é uma das perguntas mais importantes que você pode fazer, porque o que não se mede bem, não se pode otimizar, e no Microsoft Ads a medição tem suas próprias ferramentas e particularidades. A boa notícia é que medir o Bing é perfeitamente possível e, feito bem, permite comparar maçãs com maçãs contra o Google para decidir onde cada real rende mais. Explicamos como funciona e como fazemos isso em Portugal.

A UET tag: o alicerce de toda a medição

Tudo começa com a UET tag (Universal Event Tracking), que é o equivalente da Microsoft ao pixel de rastreamento. É um trecho de código que se instala no seu site e que registra o que os usuários que chegam a partir dos seus anúncios do Bing fazem: quais páginas visitam, quanto tempo permanecem e, o mais importante, quando completam uma conversão (um formulário enviado, uma compra, uma ligação, um clique no WhatsApp). Sem a UET tag bem instalada, você está voando às cegas: vê cliques e gasto, mas não sabe quantos se converteram em negócio real.

Por isso, o primeiro passo técnico que sempre fazemos é instalar e verificar a UET tag e configurar os objetivos de conversão que de verdade importam para o seu negócio. Não medimos vaidade —impressões ou cliques soltos— mas as ações que se traduzem em receita. Essa disciplina faz parte da nossa abordagem de Business Assurance: cada campanha tem medição auditável desde o dia um.

As métricas que de verdade importam

  • Custo por clique (CPC): quanto você paga em média por cada visita. Aqui o Bing costuma ganhar do Google por menor concorrência.
  • Custo por conversão (CPA) ou custo por lead: a métrica rainha. Não importa quão barato seja o clique se ele não converte; o que conta é quanto custa cada prospect real.
  • Taxa de conversão: que porcentagem dos cliques termina em uma ação valiosa. Revela a qualidade do tráfego, não só a sua quantidade.
  • Retorno sobre o investimento em publicidade (ROAS): quantos reais de receita gera cada real de mídia. A medida final de se o canal vale a pena.
  • Qualidade do lead: além dos números, o quão bom é o prospect que entra pelo Bing comparado ao do Google. Aqui a audiência corporativa do Bing costuma surpreender.

A comparação lado a lado: Bing contra Google

Aqui está o valor real de trabalhar ambos os canais com uma mesma equipe. Como gerenciamos o seu Google Ads e o seu Microsoft Ads sob a mesma medição e os mesmos objetivos de conversão, podemos colocá-los lado a lado em um relatório comparativo: mesmo período, mesmas métricas, mesma definição de "lead". Isso permite que você veja, sem ambiguidade, qual canal está te dando o lead mais barato, qual o de melhor qualidade, e como eles se complementam ao longo da jornada de compra.

Esse relatório comparativo é o que transforma a decisão de orçamento em algo objetivo em vez de um palpite. Se o Bing te entrega leads B2B a um custo menor, realocamos para lá. Se o Google domina em certo tipo de buscas, ali fica o músculo. O orçamento flui para onde o dado diz que rende mais, e se ajusta mês a mês. Essa é a engenharia de receita na prática.

Um detalhe-chave para Portugal: muitas conversões terminam no WhatsApp ou no telefone, não em um carrinho. Uma medição séria contempla esses fechamentos —com cliques no WhatsApp como conversão e, quando aplicável, integração com o seu CRM— para que a atribuição reflita a venda real e não só o que acontece dentro do site. Medir só o formulário e esquecer o WhatsApp é subestimar o desempenho das suas campanhas.

Com mais de 18 anos de experiência, +500 clientes, 4.9★ em avaliações e como Google Partner, entregamos resultados que se veem no dashboard, não só na apresentação. Se você quer ver exatamente como mediríamos e compararíamos as suas campanhas de Microsoft Ads e Google Ads em Portugal, conte-nos o seu caso e te mostramos com números reais.

Vamos aproveitar o Bing?

Mais leads, menos leilão.

Auditamos o seu Google Ads e dizemos quanto volume extra há esperando por você no Microsoft, aqui em Portugal.

Sem custo e sem compromisso · respondemos em menos de 24 h
Google Partner
4.9★ · 58 avaliações
+500clientes impulsionados
+15anos de experiência